Policia Federal cumpre mandados em Belém e Redenção
A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (16) mandados judiciais em Belém e Redenção, relativos à uma operação que investiga crimes de corrupção envolvendo servidores do Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento e de empresas fiscalizadas pelo órgão.
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| A ação ocorre nesta manhã em Redenção |
A investigação começou após denúncia de que frigoríficos e empresas de laticínios fiscalizadas teriam sido favorecidas em processos administrativos, por meio do retardamento na tramitação e anulação de multas. Através da quebra de sigilo fiscal e bancário, a PF identificou que a chefe de fiscalização do Ministério recebia valores mensais de empresas fiscalizadas para custear despesas familiares.
Apenas em sua conta pessoal a investigação identificou a diferença de mais de 200% do declarado em seu imposto de renda. Também foi detectado que o esquema criminoso movimentou cerca de R$ 3 milhões, entre os anos de 2010 a 2016.
Em Belém, a PF foi cumprir dois mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva, entrentanto, o alvo não chegou a ser localizado. Os policiais continuam realizando os mandados em Redenção.
A ação ainda é realizada nos Estados do Maranhão, São Paulo, Pernambuco e Tocantins, sendo que este último é a sede da operação. Pela Operação, ainda foi decretado o bloqueio de contas bancárias e indisponibilidade de bens móveis e imóveis nos valores de R$ 2,2 milhões.
As pessoas investigadas, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e ativa, cujas penas podem chegar a 12 anos de reclusão.
Apenas em sua conta pessoal a investigação identificou a diferença de mais de 200% do declarado em seu imposto de renda. Também foi detectado que o esquema criminoso movimentou cerca de R$ 3 milhões, entre os anos de 2010 a 2016.
Em Belém, a PF foi cumprir dois mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva, entrentanto, o alvo não chegou a ser localizado. Os policiais continuam realizando os mandados em Redenção.
A ação ainda é realizada nos Estados do Maranhão, São Paulo, Pernambuco e Tocantins, sendo que este último é a sede da operação. Pela Operação, ainda foi decretado o bloqueio de contas bancárias e indisponibilidade de bens móveis e imóveis nos valores de R$ 2,2 milhões.
As pessoas investigadas, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e ativa, cujas penas podem chegar a 12 anos de reclusão.

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